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ROUBO DE VEÍCULOS

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Uma porta de entrada para outros crimes

A escalada da violência em Porto Alegre é uma preocupação constante do Sindicato das Seguradoras do RS (SINDSEGRS). A sensação de insegurança é tanta que dificilmente encontramos um porto-alegrense que não conheça alguém que teve seu veículo roubado ou furtado. Para se ter ideia do tamanho do problema, em fevereiro deste ano foram 1.205 ocorrências, nos deixando como a terceira cidade brasileira com maior número de casos. Ficamos atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Estes dados representam uma média diária de mais de 43 roubos e furtos.

A criminalidade elevada impacta também no bolso de quem procura no seguro uma maneira de proteger seu patrimônio. Atualmente, pode-se afirmar que entre 50% e 60% do valor de composição da apólice está relacionado ao roubo e furto de veículos. Dos mais de 850 mil veículos da capital Gaúcha, apenas 35% possuem seguro, o que é uma temeridade nos dias atuais. Além de oferecer suporte em caso de acidentes e até mesmo de algumas coberturas adicionais, o nosso papel é estar disponível no momento de necessidade de nossos Clientes.

 

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Ao vermos uma quadrilha extremamente organizada ser presa nos damos conta da gravidade da situação. Eles não são apenas organizados, mas estão usando das facilidades tecnológicas para levar o crime a outro patamar. Acreditamos que o roubo e furto de carros é o primeiro de uma série de delitos cometidos, como assalto a banco, sequestro, clonagem, entre outros e, portanto, deve ser coibido com o máximo de rigor e urgência. O comércio ilegal de peças é um problema também de segurança no trânsito, pois ao utilizar peças sem procedência regulamentada coloca-se em risco todos que utilizam o veículo e, também, terceiros. Temos o roubo de carros como apenas uma das engrenagens que fazem a criminalidade girar e que geram altíssimo custo ao cidadão de bem de uma maneira ou de outra.

O Sindicato entende como gravíssimo o problema da insegurança que assola o Estado, e coloca-se constantemente à disposição das autoridades para auxiliar em medidas que estejam ao seu alcance, seja junto a Força Tarefa que combate os desmanches ilegais, seja junto a Brigada Militar e Polícia Civil. A redução do furto e roubo de veículos resulta em preços de seguros menores e, consequentemente, a possibilidade de um número maior de pessoas passar a contar com os benefícios e tranquilidade de uma apólice de seguro, o que é bom para a Sociedade e para o Mercado de Seguros como um todo.

Guacir de Llano Bueno
Dir. Presidente do SINDSEGRS

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